Mais um post da linda coluna chamada #prefiroolivro. O nome continua totalmente sem graça, mas, explicando novamente, é uma brincadeira porque parece que em todos os filmes ou séries adaptados de livros, surge gente do bueiro pra dizer que prefere o livro.
A estreia da coluna foi com a série Confess, adaptação do livro Confesse da Colleen Hoover, rainha dos romances New Adult. Dessa vez, trouxe uma adaptação beeem conhecida por todos que foi a de Extraordinário, que esteve nos cinemas há pouco tempo. Confesso que queria muito ter tido a emoção de ver esse filme lindo no cinema, mas eu estava de férias e longe da cidade onde moro e tem cinema haha. Vi umas semanas atrás pela internet mesmo e lembro até hoje do rio de lágrimas que eu chorei. Tome choro!
SOBRE O LIVRO EXTRAORDINÁRIO, DA R. J PALACIO
Pra quem ainda não conhece a história emocionante de August Pullman, eis aqui minha sinopse totalmente parcial. Auggie é uma criança que nasceu com uma síndrome genética que, mesmo depois de várias cirurgias plásticas, o deixou com uma deformidade facial bem perceptível. O livro é centrado na primeira vez de Auggie na escola e como foi lidar com o bullying e a recepção de tantas crianças de uma vez, curiosas com o rosto dele. O livro é escrito lindamente, bem juvenil mesmo, então dá sim pra você comprar e presentear um irmão mais novo (vou seguir meu próprio conselho), um primo ou um afilhado, quem sabe. Extraordinário ensina sobre amizade, coragem e família de uma forma que te encanta de verdade.
"Toda pessoa deveria ser aplaudida de pé pelo menos uma vez na vida, porque todos nós vencemos o mundo." Auggie
Além de conhecer e me apaixonar por Auggie, o livro é dividido em vários personagens, coisa que ficou ainda mais envolvente na escrita da R. J. Palacio e a gente pode conhecer as lutas diárias não só de Auggie, mas de amigos dele e da própria irmã dele, a Via.
SOBRE O FILME EXTRAORDINÁRIO (2018)
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| Foto: rtve.se |
Que filme mais lindo! O que eu não chorei no livro, chorei duplamente nesse filme. Não sei vocês, mas certos livros não conseguem me fazer ver a situação do jeito que é. Por exemplo, com Auggie vemos que ele sofre bastante e teve uma vida bem difícil, que piora quando ele vai para escola pela primeira vez, mas eu não consegui imaginar muito porque meu cérebro barrava, assim como o sofrimento com A Culpa é das Estrelas, que aconteceu bem mais no filme do que no livro comigo (por mais que eu tenha me desidratado nos dois).