O Orfanato da Srta Peregrine Para Crianças Peculiares
Ransom Riggs
Editora: Leya
Ano: 2015
Páginas: 336
Adicione no Skoob - Compre aquiSinopse: A história começa com uma tragédia familiar que lança Jacob, um rapaz de 16 anos, em uma jornada até uma ilha remota na costa do País de Gales, onde descobre as ruínas do Orfanato da Srta. Peregrine para Crianças Peculiares. Enquanto Jacob explora os quartos e corredores abandonados, fica claro que as crianças do orfanato são muito mais do que simplesmente peculiares. Elas podem ter sido perigosas e confinadas na ilha deserta por um bom motivo. E, de algum modo - por mais impossível que possa parecer - ainda podem estar vivas.

A leitura desse livro foi algo que sempre quis fazer, mas tive minhas dúvidas por ser fantasia e eu não estar muito acostumada a ler esse gênero. Fui com fé me baseando nas resenhas e indicações que li e mergulhei no universo de Ransom Riggs, ficando totalmente envolvida na história. Já espero ansiosamente pela minha leitura dos próximos livros.
"Essa era a ilha encantada; essas eram as crianças mágicas. Se eu estava sonhando, não queria mais acordar. Pelo menos, não por um bom tempo."
O livro é narrado em primeira pessoa por Jacob "Jake", um garoto de 16 anos que desde pequeno cresceu ouvindo histórias do seu avô sobre o período em que ele viveu no País de Gales, em um orfanato. O que encantava Jacob, no entanto, era a fantasia envolvida nas histórias de ninar com monstros e crianças peculiares que podiam levantar uma pedra grande e pesada e até mesmo voar. Quando o avô de Jacob morre pede que o menino volte ao País de Gales e procure pela dona do orfanato, a Srta. Peregrine, pois as crianças peculiares estariam em perigo. Jacob tem que descobrir se tudo que o seu avô contou era verdade e o porquê de ele ter morrido repentinamente.
"Só posso dizer que não era o tipo habitual de crianças órfãs, não como as do Orfanato Barnardo, que você vê quando aparecem na cidade para desfiles e coisas assim, sempre têm tempo para conversar. Não, essa turma era diferente. Alguns não sabiam nem falar inglês direito. Ou, para ser bem honesto, não falavam inglês de maneira nenhuma."