Prateados + vermelhos = luta (Resenha Espada de Vidro #2, Victoria Aveyard)

   Depois do que pareceram ser décadas, finalmente consegui terminar Espada de Vidro e seguir com a série que tanto me apaixonou no primeiro livro A Rainha Vermelha. Acho que por mais que essa leitura tenha se estendido uma eternidade, estou ansiosíssima para os dois próximos livros que contarão mais sobre o turbilhão que a vida de Mare se tornou.

Os vídeo-games em um 2045 distópico (Jogador Nº 1, Ernest Cline)

   Eu provavelmente não acreditaria se alguém me dissesse que eu viciaria tanto em Jogador N°1 a ponto de não conseguir ir dormir sem saber o final. A ficção científica barra distopia me conquistou tanto pela linguagem mais jovem, que foi impossível não me envolver e me perguntar como seria viver naquele mundo. Um 2045 em que as pessoas não precisassem mais do contato humano, pois no OASIS, você pode ser quem você quiser, e ir pra quantos mundos você quiser. Tudo anonimamente. Tudo com o óculos de realidade virtual. 

RESENHA: A Rainha Vermelha - Victoria Aveyard


A Rainha Vermelha
Victoria Aveyard
Editora: Seguinte
Ano: 2015
Adicione no Skoob - Compre aqui
Sinopse: O mundo de Mare Barrow é dividido pelo sangue: vermelho ou prateado. Mare e sua família são vermelhos: plebeus, humildes, destinados a servir uma elite prateada cujos poderes sobrenaturais os tornam quase deuses. Mare rouba o que pode para ajudar sua família a sobreviver e não tem esperanças de escapar do vilarejo miserável onde mora. Entretanto, numa reviravolta do destino, ela consegue um emprego no palácio real, onde, em frente ao rei e a toda a nobreza, descobre que tem um poder misterioso Mas como isso seria possível, se seu sangue é vermelho? Em meio às intrigas dos nobres prateados, as ações da garota vão desencadear uma dança violenta e fatal, que colocará príncipe contra príncipe - e Mare contra seu próprio coração.
 

 Demorei tanto pra ter esse livro, que o fato de eu ter dado cinco estrelas até agora me impressiona. Essa foi minha tentativa de ler uma distopia com pedacinhos de fantasia e, agora que já me familiarizei com o gênero, mal posso esperar para continuar a trilogia e ler mais livros parecidos com esse.


"Os agentes são prateados, e os prateados não têm nada a temer de nós, vermelhos."


   Mare Barrow tem sangue vermelho em uma sociedade onde a população é dividida pela cor do sangue. Os vermelhos são injustamente inferiores aos prateados, que têm poderes e são postos acima de todos. Em uma tentativa de fugir do recrutamento (a ida à guerra, quando você está desempregado), Mare acaba conseguindo ser criada no palácio real e lá descobre que é uma criatura especial nesse mundo dividido de vermelhos e prateados. Ela se alia a Guarda Escarlate, um grupo terrorista em defesa do mundo igualitário, e passa a ter que lidar com dois príncipes de índoles totalmente apostas, ficando não só em um triângulo amoroso, mas vendo toda a sua vida ficar em risco.

    Quase abandonei A Rainha Vermelha. O primeiro capítulo não me prendeu e eu sinceramente achei que os outros capítulos iriam ser assim meio chatos e sem graça. Agradeço por ter ido em frente e continuado, pois no segundo capítulo eu já queria respostas e imaginava o quanto esse livro me revelaria sobre os vermelhos e prateados. 


"Esta é a verdadeira distinção entre prateados e vermelhos: a cor do sangue. Esta única diferença os torna mais fortes, mais inteligentes e melhores que nós."