REVIEW: Chronically Metropolitan com Shiloh Fernandez




Chronically Metropolitan
Ano de Lançamento: 2016
Elenco: Shiloh Fernandez e Ashley Benson
Classificação etária: +16 anos
Gênero: Drama
Sinopse: Fenton Dillane é um jovem escritor que passou algum tempo fora de casa. Certo dia e sem avisar, ele decide retornar ao seu lar em Nova Iorque com o objetivo de resolver alguns dos problemas e lembranças que continuam a complicar sua vida: os conflitos com sua família, o término com sua ex-namorada e algumas problemáticas de seus tempos de infância.







     Vou logo dizendo que me decepcionei real com Chronically Metropolitan. Eu apostei todas as minhas fichas na qualidade desse filme e fiquei me detestando em todos os minutos por estar perdendo tempo assistindo. Primeiramente decidi assistir exclusivamente por causa do meu ator favorito Shiloh Fernandez. Amo esse homem desde quando eu tinha 11 anos de idade e assisti A Garota da Capa Vermelha em Pay Per View na Sky. Fiz resenha aqui no blog também de outro filme recém de Shiloh, o Pássaro Branco na Nevasca que eu me decepcionei o filme todo, mas no final me surpreendi e acabei amando o plot twist. Mas em Chronically Metropolitan nem isso teve. 

RESENHA: Sob o Olhar Grego - Bella Crestan


Sob o Olhar Grego
Bella Crestan
Editora: Autêntica Books
Ano: 2016
Páginas: 136
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Sinopse: Be é uma garota insegura que sonha ser escritora. Ela viaja à Grécia em busca de inspiração para seu livro e lá conhece Ed, um músico famoso que se torna um bom amigo e a faz enxergar o mundo com outros olhos. Quando finalmente se sente uma mulher mais confiante e decidida, algo inesperado acontece para confundir sua cabeça e trazer à tona sentimentos e frustrações que estavam escondidos em sua mente. Em meio a um conflito interno, Be vê no caos a chance de viver um grande amor.



       Já faz bastante tempo que to com o livro da Bella em mãos, mas adivinha quem não estava conseguindo organizar as leituras? Tive que acabar os que vieram primeiro do que Sob o Olhar Grego, mas finalmente chegou o momento! Confesso que achei de primeira a sinopse muito fofa e me interessei de cara pelo livro. É bem assim o estilo que eu me apaixono rápido: uma garota a procura de entender a si mesma e vai em uma aventura. Parece clichê? Ah, mas quem disse que clichê é ruim?

RESENHA: Menina Má - William March


Menina Má
William March
Editora: Darkside Books
Ano: 1954 (edição especial de 2016 da Darkside)
Páginas: 272
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Sinopse: Rhoda, a pequena malvada do título, é uma linda garotinha de 8 anos de idade. Mas quem vê a carinha de anjo, não suspeita do que ela é capaz. Seria ela a responsável pela morte de um coleguinha da escola? A indiferença da menina faz com que sua mãe, Christine, comece a investigar sobre crimes e psicopatas. Aos poucos, Christine consegue desvendar segredos terríveis sobre sua filha, e sobre o seu próprio passado também.
 


Finalmente!!! Como demorei pra terminar esse livro. Não demorei taaanto assim não, vai. Demorei mais do que costumo em qualquer livro, isso é verdade. O negócio é que eu deveria ter postado a resenha de Menina Má na última sexta feira do mês de Abril, por causa do Clube do Livro. O mês era livro de terror e esse foi o único que eu pude encontrar na minha estante. Eu comprei Menina Má em Janeiro quando fiz a troca mais justa da minha vida: meu livro de História do EM pelo dinheiro que paguei por esse bendito livro. Comprei na livraria da minha cidade, e reconhecemos que livrarias assim exploram um pouco, então, por incrível que pareça, paguei 49,90 por esse livro. Definitivamente o livro mais caro que já comprei e quer saber? Valeu cada temer.

RAPIDINHAS: Está no ar a edição nº 23 da revista Conexão Literatura!


     Pessoas do meu coração, creio que vocês não conheçam a revista Conexão Literária. Ela é virtual e reúne os assuntos mais interessantes possíveis sobre o maravilhoso mundo da Literatura e é bem ilustrada e simples de ler. O Próxima Primavera tem parceria com a revista e eu vim aqui contar um pouco pra vocês, depois de ter lido, o que esperar da revista, e, principalmente, dessa edição nº 23.

Eu confesso que não conhecia a história de Carolina de Jesus. Já tinha ouvido falar em algum lugar, mas se você me perguntasse quem era, eu não saberia dizer. Li a matéria sobre Carolina na revista e fiquei impressionada com o que encontrei. Carolina era uma catadora que morava na favela e sempre fora apaixonada pela escrita e leitura. Certa vez, começou a trabalhar como empregada em uma casa, e o patrão liberou a biblioteca. Foi esse empurrãozinho que Carolina precisava para conseguir escrever sua história e a de todos os batalhadores que enfrentam todos os dias a vida barra pesada das favelas do Brasil. 


     Além da matéria com Carolina, nessa edição da revista, por incrível que pareça, a resenha da vez é o livro que mais quero ler nesse momento, Diário de Uma Escrava, da Jô Mierling, pela DarkSide. Fui lendo a resenha e me apaixonando cada vez mais pelo livro, que eu já estou a ponto de comprar com um dinheiro inexistente, mas vamos na fé! 

Espelho, espelho meu #VOCÊNÃOESTÁSOZINHO

Foto: Google Imagens

     Acordar e encarar a vida nem sempre é tão simples. E lá estava ele, meu primeiro obstáculo, o espelho, como era triste me olhar todos os dias e não me aceitar como eu era. Depois era a hora de colocar a farda, aquela calça preta que nunca ficava boa em mim, me sentia um balão inflável, então olhava para meu rosto e via as olheiras funda, mostrando o quão pouco eu tinha dormido noite passada, me olhava procurando onde eu estava e porque tinha me perdido assim. 

     Ahh, como aqueles minutos na frente do espelho me destruía e continuava a me perguntar por que não ser como as meninas da minha escola. O tempo foi passando e eu não conseguia me olhar no espelho. Me achava gorda, feia, mas eu nunca conseguia enxergar o que eu realmente era. E foi assim que passei a parar de comer e quando sentia fome comia bem pouco e vomitava tudo logo após. Ninguém percebia o que estava acontecendo comigo, me isolei e cada vez me encontrava mais sozinha e sem enxergar quem eu era, me perdia a cada dia e parecia que meu mundo estava se fechando contra mim. 

     E foi aí que as pessoas e a minha família começaram a notar que eu passava o dia todo sem comer e o quanto eu estava fraca. Minha mente me punia sempre que comia e depois eu ia correndo para o banheiro vomitar tudo, até que desenvolvi anemia. Passei a me sentir sonolenta, sem forças e muitas vezes ficava tonta, aí veio o primeiro desmaio na escola...aquele dia foi horrível lembro das pessoas em minha volta ao acordar, com cara de assustadas e se perguntavam o que estava acontecendo comigo e eu só queria chorar, porque eu sabia o que estava acontecendo.

REVIEW: Os Garotos da Minha Vida com Drew Barrymore


Os Garotos da Minha Vida
Riding In Cars With Boys
Ano de lançamento: 2000
Elenco: Drew Barrymore e Steve Zahn
Classificação etária: +12 anos
Sinopse: Nos anos 60, Beverly D'Onofrio é uma garota que vive em uma cidade do interior dos Estados Unidos e sonha em chegar à universidade e tornar-se uma escritora. Porém, seus planos são subitamente interrompidos quando, aos 15 anos, ela fica grávida de Ray Murphy, um motoqueiro que conheceu há apenas poucas semanas. Com medo de que sua filha se tornasse mãe solteira, os pais de Beverly a obrigam a se casar com Ray e abandonar os estudos para cuidar da criança. Mas Beverly não desiste de seu sonho e, após enfrentar alguns erros e obstáculos, busca enfim realizá-lo.



      Faz bastante tempo que tenho esse filme na minha lista da Netflix e foi apenas um impulso que me fez ter coragem de vê-lo alguns dias atrás. Sou apaixonada pela Drew Barrymore e já apostava desde o começo do filme que ele seria um filmão, mesmo sendo de 2000. 


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Foto: Adoro Cinema
O filme conta a história de Bev, uma adolescente de 15 anos que tem um empecilho no meio de seus sonhos mais altos: uma gravidez na adolescência. No começo, confesso que fiquei um pouco confusa já que o filme vai retratando o passado de acordo com uma cena presente de uma Bev maravilhosa em um carro. São lembranças que nos fazem entender o porquê de Bev estar ali no carro. 

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Foto: Cultura Pop Show
As lembranças do filme são do ano de 1965, o que de fato dá uma pegada mais vintage a todo o enredo. A Beverly é uma adolescente normal dos anos 60 que gosta de curtir em festas com a melhor amiga, Fay, interpretada pela ilustre Brittany Murphy. É em uma festa que Bev conhece Ray, um educado badboy que foge um pouco do conceito do nome. É aí que Bev e Fay descobrem que aquela noite mudou a vida delas para sempre. Bev engravida e Fay logo descobre que também está esperando um bebê.