RESENHA: Lola e o Garoto da Casa ao Lado - Stephanie Perkins

Lola e o Garoto da Casa ao Lado
Stephanie Perkins
Editora: Novo Conceito
Ano: 2012
Páginas: 288
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Sinopse: A designer-revelação Lola Nolan não acredita em moda… ela acredita em trajes. Quanto mais expressiva for a roupa — mais brilhante, mais divertida, mais selvagem — melhor. Mas apesar de o estilo de Lola ser ultrajante, ela é uma filha e amiga dedicada com grandes planos para o futuro. E tudo está muito perfeito (até mesmo com seu namorado roqueiro gostoso) até os gêmeos Bell, Calliope e Cricket, voltarem ao seu bairro. Quando Cricket — um inventor habilidoso — sai da sombra de sua irmã gêmea e volta para a vida de Lola, ela finalmente precisa conciliar uma vida de sentimentos pelo garoto da porta ao lado.

Você acredita em livro certo na hora errada? Eu achava que isso só acontecia com pessoas, mas, de fato, pode acontecer em outras situações também. Aconteceu com Lola e o Garoto da Casa ao Lado, de Stephanie Perkins. Lembro que comprei esse livro na livraria da minha cidade no dia do meu aniversário, 12/08/2014, segundo o que eu mesma escrevi na folha de rosto do livro, em uma ida com a minha mãe. Não lembro se foi com o meu dinheiro ou o dela. Só sei que gostei da capa e de a protagonista ser bem diferente e parecer não ligar pra isso, como eu queria ser. Levei o livro e me decepcionei. Eu tinha exatos 15 anos quando li e nada do que acontecia me fez prender meu interesse no livro, logo o coloquei na estante com um marcador, e ele ficou ali por muito tempo até eu perceber que não terminaria o livro. 

RESENHA: (Im)Perfeição - Helena Souza

(Im)Perfeição
Helena Souza
Editora: Independente (publicado pela Amazon)
Ano: 2017
Páginas: 400
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Sinopse: Forest Hill, 2013. A cidade está em tensão, ninguém sabe quem será o próximo, bom, devido aos últimos três corpos encontrados, garotas loiras são as que correm mais perigo. Alguns meses atrás ninguém naquela pacata cidade poderia imaginar que alguém entre eles, algum vizinho, amigo, ou conhecido poderia ceder à loucura e começar a caçar pessoas para matar. Mas agora está tudo diferente, todos são suspeitos. A polícia trabalha sem descanso em busca do responsável, mas quem está por trás disso é alguém bem engenhoso, sabe muito bem onde agir e como agir. O telefone não para de tocar, são cidadãos apavorados que dão nomes aleatórios somente para que aja uma prisão logo, isso faz com que as investigações não avancem da maneira desejada. O resultado? Após 10 meses e com um saldo de 6 jovens mulheres encontradas mortas na região do pântano próximo a cidade, o assassino simplesmente parou de atacar. Nunca fora pego. Forest Hill, 2015. Lentamente a cidade voltou ao seu ritmo, o medo aos poucos havia desaparecido e os moradores passaram a sorrir com mais frequência. Sophie Fields voltou há alguns meses para a cidade, formada em artes visuais, seu senso de dever a faz ajudar a mãe na padaria. Josh Sanders é filho de um conhecido detetive da cidade e, por consequência, acabou se tornando um. Tanto pai como filho trabalharam no caso Maníaco do Pântano, que assolou a cidade há dois anos, depois disso o pai se aposentou e o filho agora é o único Sanders detetive. (Im)Perfeição é narrado através das perspectivas de Sophie e Josh, dois jovens que, em meio a um romance, descobrem que o terror que todos pensavam ter acabado, decidiu voltar.

      Depois de muito tempo, eu finalmente estou postando a resenha desse livro. Inicialmente, a maior dificuldade foi encontrar um tempo para ler (Im)Perfeição, mas depois o perrengue mesmo foi para terminá-lo. Acabei ontem o primeiro período da faculdade e quem está cursando uma graduação sabe como tudo aperta no fim de cada período e, por isso, ficava cada vez mais difícil sentar e terminar de uma vez o suspense investigativo da Helena Souza. 

       Em (Im)Perfeição, Sophie Fields vive na pacata cidade Forrest Hill, onde qualquer acontecimento vira alvo de boatos e notícias na TV local. Ela trabalha na padaria de sua mãe, levando a primeira levada de pães do dia para o pessoal da cidade e foi assim que conheceu Josh Sanders, detetive da Polícia de Forrest Hill. Nesse vai e vem, Sophie acaba aceitando sair com Josh e percebe que deve se aproximar do cara. Porém, em um belo dia, o antigo terror da cidade acaba voltando e agora a vida de Sophie e o relacionamento dela começa a ficar em cordas bambas. O famoso Maníaco do Pântano voltou a deixar vítimas mortas com as mesmas marcas e Josh Sanders e a Polícia vai tentar novamente desvendar o caso.

O que eu quero ler em... Julho?

        Eu já estava com saudades desse quadro aqui no blog e que, inclusive, só fiz uma vez com o mês de Maio. Mas acho legal mostrar alguns livros que pretendo ler esse mês e que estão na minha Meta de Leitura 2017 do Skoob. Pra quem não sabe, eu tenho bastante livros nessa meta e acabei dividindo igualmente com os meses que faltam pra terminar o ano e, até agora, sigo firme e forte na meta!

Tudo parecia perfeito, um verdadeiro conto de fadas menos para a protagonista dessa história. Morrighan é um reino imerso em tradições, histórias e deveres, e a Primeira Filha da Casa Real, uma garota de 17 anos chamada Lia, decidiu fugir de um casamento arranjado que supostamente selaria a paz entre dois reinos através de uma aliança política. O jovem príncipe escolhido se vê então obrigado a atravessar o continente para encontrá-la a qualquer custo. Mas essa se torna também a missão de um temido assassino. Quem a encontrará primeiro? Quando se vê refugiada em um pequeno vilarejo distante o lugar perfeito para recomeçar ela procura ser uma pessoa comum, se estabelecendo como garçonete, e escondendo sua vida de realeza. O que Lia não sabe, ao conhecer dois misteriosos rapazes recém-chegados ao vilarejo, é que um deles é o príncipe que fora abandonado e está desesperadamente à sua procura, e o outro, um assassino frio e sedutor enviado para dar um fim à sua breve vida. Lia se encontrará perante traições e segredos que vão desvendar um novo mundo ao seu redor.

The Kiss Of Deception é muuuito falado por aí não só por ter uma capa e edição maravilhosas da DarkSide, mas por ser um ótimo livro, segundo as várias resenhas que li por aqui pela blogosfera. Foi aí que fui tentada a comprar o livro (paguei 49,90 mais uma vez por um da DarkSide - meu primeiro foi Menina Má) e finalmente vou poder riscá-lo da minha meta de leitura. Amei a edição e as páginas. O livro em si é um sonho de consumo e vem, inclusive, com um poster/mapa. 

Post #200: Um papo sobre a literatura nacional e desabafos sobre valorização

     O post de hoje é o 200 socorro e, como é perceptível, não é uma resenha, e sim um papo sobre autores nacionais e ao mesmo tempo uma retrospectivazinha do mês de Junho com novidades.
     É o seguinte, pra quem ainda não sabe, estudo Comunicação Social na UFPE e estou, com muita fé, acabando o primeiro período. Esses últimos 3 meses da minha vida foram os mais conturbados, mas ao mesmo tempo legais, de toda a minha vida. Mudei de cidade, de rotina, conheci muita gente legal e estou finalmente fazendo o que amo - ou caminhando pra isso. Minha cadeira favorita no curso foi Técnicas de Redação e desde que vi a ementa me apaixonei. Então, eu sempre soube que ela ia ser minha favorita. Se eu posso escrever já ganha mil pontos comigo. O nosso último "projetinho" na cadeira foi escrever uma reportagem sobre qualquer coisa. Bem, eu já havia escrito notícias, perfis e entrevistas. Julguei mentalmente que a reportagem ia ser um bicho de sete cabeças, mas acabou sendo minha matéria favorita. Escrevi sobre as novas faces da literatura nacional e a valorização dos autores daqui. Entrevistei muita gente legal e tudo isso graças ao blog. Vejo bastante gente falando que blogueirx é só postar sobre algo e puft, já está famoso E ganhando coisas. Primeiramente, nós não ganhamos nada além de amor e atenção tanto dos leitores, quanto dos autores e editoras. Nós RECEBEMOS algo para que possamos trabalhar com isso. Se escrevemos resenhas de livros, é óbvio que, com o tempo, RECEBEREMOS obras para resenhar, o que é sim um trabalho.
     E eu escrevi sem nem saber se aquilo era realmente uma reportagem. Acabou que foi sim e eu me orgulho muito do trabalhão danado que tive, mas que resultou em algo muito bacana que vou postar por aqui em breve, claro. Teve conversa com a Bella Crestan, a autora de Sob o Olhar Grego (resenha aqui), com a Rebecca Romero de Marketing & Amor (resenha aqui) e muitas outras pessoinhas que me ajudaram a escrever sobre as dificuldades do mercado editorial no Brasil.