O(s) romance(s) de Jonas (Resenha - Um milhão de finais felizes, Vitor Martins)

Minha história com esse livro é delicada. Li em um momento super delicado no início da pandemia e pelo Kindle. Caí de paraquedas na história na loja do Kindle e resolvi arriscar pensando ser um romance clichêzão que me tirasse da bad e eu apostei certinho.

Um Milhão de Finais Felizes Vitor Martins Edi…

"Viva o milagre do amor a cada dia, hora e segundo" (Resenha 13, FML Pepper)

Sempre quis ler algo da autora FML Pepper e já sabia que Treze seria o felizardo pela sinopse que sempre chamou minha atenção e a capa que é a coisa mais linda! Não me arrependi e curti demais toda a vibe do livro.



Treze FML Pepper Editora: Galera Record Ano: 2017 Páginas: 406 Adicione no Skoob - Compr…

Lola, o youtube e os 13 segundos (quase) intermináveis (13 segundos, Bel Rodrigues)

Sou uma grande fã da booktuber Bel Rodrigues e dos livros de suspense e histórias reais que ela indica. Devo muito do meu amor ao gênero à ela, que me apresentou a obras incríveis. Dessa vez, foi a vez de conhecer a escrita dela, com seu primeiro livro e olha, talvez eu tenha ido com muitas exp…

Um amor literalmente literário (Literalmente Amigas, Laura Conrado e Marina Carvalho)

   O que falar de um livro que eu aumentava uma estrela da minha classificação final a cada 5 capítulos? Aquele livro que me identifiquei de cara e acabei passando na frente de outras leituras atrasadas, mas às vezes a gente cai na coincidência de ler justamente o que precisamos e foi bem o caso de Literalmente Amigas.


A busca pelo amor tão falado nos romances (Quando o amor bater à sua porta, Samanta Holtz)

   É muito fácil falar que romances são previsíveis ou que tudo que lemos nesse gênero é falso, pois não existem príncipes à nossa espera. Esse livro vem pra provar que isso é bem verdade. Nada de príncipes, até porque, sinto muito, nenhum homem é além de alguns específicos lá na Europa. E você também nem é uma princesa. Nada de romance conto de fadas, então. Mas isso significaria que os romances ainda assim estão errados? Falariam de um sentimento que não existe e não bate à sua porta, como fazem parecer?

Uma por todas e todas por uma! (Heroínas, Laura Conrado, Pam Gonçalves e Ray Tavares)

   Depois que a Pam Gonçalves fez o desafio de leitura de ler 30 minutos por dia, fiquei bem animada pra fazer e decidi começar por um livro fininho e acabei escolhendo, por coincidência, o livro que a própria Pam participou com um dos contos. Em Heroínas vemos três mulheres fortes que mesmo no começo da juventude já lutam pelos seus direitos e são bem inspiradoras, em três situações diferentes, mas com o mesmo propósito: mostrar que nós podemos fazer a diferença.

RESENHA: Os 12 Signos de Valentina - Ray Tavares

Os 12 Signos de Valentina Ray Tavares Editora: Galera Record Ano: 2017 Páginas: 392 Classificação etária*: +16 anos Adicione no Skoob - Compre aqui: SaraivaAmazonKindle Sinopse: Isadora é ariana e seu ex namorado pisciano... Inferno astral! Em busca da combinação astrológica perfeita, ela cria um b…

RESENHA: Fala sério, mãe! - Thalita Rebouças

Fala Sério, Mãe
Thalita Rebouças
Editora: Rocco
Ano: 2004
Páginas: 172
Classificação etária: Livre
Adicione no Skoob - Compre aqui: Saraiva  Amazon  Kindle  Estante Virtual
Sinopse: Mãe e filha. Que relação complicada essa! Amor, carinho, compreensão e, claro, muitas, muitas brigas. Brigas importa…

RESENHA: Pule, Kim Joo So - Gaby Brandalise

Pule, Kim Joo So
Gaby Brandalise
Editora: Verus
Ano: 2017
Páginas: 208
Classificação etária*: +16 anos
Adicione no Skoob | Compre aqui: Saraiva  Amazon  Kindle  Estante Virtual  ||   ||   Sinopse: O que você faria se precisasse escapar da sua própria vida? Um história inspirada em dramas coreanos Marina vive em Curitiba, atormentada pelas agressões do ex-namorado. So vive em Seul, preso a uma culpa da qual não consegue se livrar. Em mundos tão distantes, mas carregando dores parecidas, a história dos dois vai se cruzar e fazer com que eles finalmente tomem o controle da própria vida, encontrando o ponto de virada que sempre buscaram. Pule, Kim Joo So é uma história ágil e original, que vai surpreender e divertir da primeira à última linha.


   Comecei esse livro por causa da premissa diferente, bem fora dos padrões do que eu ando lendo ultimamente e também por ser da Literatura Nacional, que eu não leio há bastante tempo. Confesso que nunca assisti realmente um drama coreano. Até comecei, mas não consegui terminar por causa da rapidez da língua e eu realmente tenho preguiça de ler legendas. Quando é inglês a língua, a legenda tá ali pra me ajudar com algumas palavras, mas sendo outra língua, cansa pra mim ter que ler já que tenho problemas de visão. Maaas, aproveitei então para ler o que eu não assisto. Esse livro promete super um enredo de drama coreano. 

"Então Marina colocou a mão na testa dele cuidadosa. Levantou o cabelo preto para avaliar o corte.E viu de perto os olhos puxados. Algo neles a algemou. Tinham lágrimas acumuladas e estavam exaustos, buscando os dela como se implorassem que Marina fosse um abrigo. Ele estava completamente no escuro."

   Marina é uma jornalista que trabalha na assessoria de um aeroporto e dá de cara com Kim Joo So no banheiro de lá. Ele parece meio fugitivo e ela acaba o levando pra casa dela, mesmo ele não falando português e ela não falando coreano. Com o passar do tempo, os dois vão se aproximando e vendo que os dois sofrem por não serem donos da própria vida, sempre sofrendo pelo passado. 

RESENHA: Menina Veneno - Carina Rissi

Menina Veneno
Carina Rissi
Editora: Galera Record
Ano: 2017
Páginas: 192
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Sinopse: Contada sob a perspectiva ferina e cheia de humor ácido de Malvina, a madrasta, essa história vai te surpreender. Da mesma autora da série best-seller Perdida. Você conhece a história de uma certa princesa que sofreu inúmeras tentativas de assassinato por sua madrasta, uma delas com uma maçã envenenada. O bem contra o mal, a indefesa donzela ameaçada pela perversa Rainha... É bonito, não é mesmo? Francamente, me embrulha o estômago só de falar dessa história da carochinha. Eu não sou uma bruxa, não sou má e eu nunca planejei matar ninguém. Por anos, fui a maior modelo do planeta, o nome mais poderoso do mundo da moda... Até o dia em que a insossa da minha enteada, Bianca, roubou a minha maior campanha. Dá pra acreditar? Bianca é tão sonsa... e tem esse arzinho azedo e avoado que me dá vontade de voar no pescoço dela... Eu sei, parece mesmo que eu fiz tudo o que a imprensa me acusa de ter feito. Mas não foi bem assim. Senta aqui e me ouça até o fim. Depois me diga se acha mesmo que mereço o título de Rainha Má... Talvez só Rainha seja muito melhor.


     Como sou muito fã da Carina Rissi, assim que esse livro foi lançado (ano passado), fiquei completamente louca para comprar e vinha até com um espelho de brinde, a coisa mais fofa. Hoje, agradeço mil vezes por não ter gastado meu dinheiro com ele. A leitura não funcionou para mim e eu nem acredito que foi a Carina que escreveu esse livro. Ao contrário de todos os outros livros dela, esse não me prendeu nem por uma frase dita. Senti ódio e desgosto pela protagonista e essa resenha é apenas a minha opinião.

"Ela não é a mulher mais linda e perfeita que você viu na vida? Eu concordo. E tenho a grata satisfação de vê-la todos os dias, quando me olho no espelho."

     Esse livro é uma releitura do conto da Branca de Neve, onde a madrasta má seria injustiçadamente vista pela sociedade como a vilã da história. Malvina Neves, uma modelo brasileira famosa, conta para o leitor de forma informal como sua trajetória foi contada de forma errada e, por isso, a julgaríamos como má. Bianca Neves é sua enteada e, após a morte de seu marido Henrique Neves, Malvina acaba ficando com a guarda de Bianca, o que acaba sendo sua ruína. 

As novas faces da literatura nacional e a luta dos escritores brasileiros

Vários autores se sentem prejudicados com a desvalorização de seus esforços para serem reconhecidos no País
     A literatura nacional é, atualmente, uma luta pela valorização dos autores que, com ou sem apoio, desejam realizar seus sonhos no mundo da escrita. As dificuldades começam com o preconc…

Post #200: Um papo sobre a literatura nacional e desabafos sobre valorização

     O post de hoje é o 200 socorro e, como é perceptível, não é uma resenha, e sim um papo sobre autores nacionais e ao mesmo tempo uma retrospectivazinha do mês de Junho com novidades.
     É o seguinte, pra quem ainda não sabe, estudo Comunicação Social na UFPE e estou, com muita fé, acabando o primeiro período. Esses últimos 3 meses da minha vida foram os mais conturbados, mas ao mesmo tempo legais, de toda a minha vida. Mudei de cidade, de rotina, conheci muita gente legal e estou finalmente fazendo o que amo - ou caminhando pra isso. Minha cadeira favorita no curso foi Técnicas de Redação e desde que vi a ementa me apaixonei. Então, eu sempre soube que ela ia ser minha favorita. Se eu posso escrever já ganha mil pontos comigo. O nosso último "projetinho" na cadeira foi escrever uma reportagem sobre qualquer coisa. Bem, eu já havia escrito notícias, perfis e entrevistas. Julguei mentalmente que a reportagem ia ser um bicho de sete cabeças, mas acabou sendo minha matéria favorita. Escrevi sobre as novas faces da literatura nacional e a valorização dos autores daqui. Entrevistei muita gente legal e tudo isso graças ao blog. Vejo bastante gente falando que blogueirx é só postar sobre algo e puft, já está famoso E ganhando coisas. Primeiramente, nós não ganhamos nada além de amor e atenção tanto dos leitores, quanto dos autores e editoras. Nós RECEBEMOS algo para que possamos trabalhar com isso. Se escrevemos resenhas de livros, é óbvio que, com o tempo, RECEBEREMOS obras para resenhar, o que é sim um trabalho.
     E eu escrevi sem nem saber se aquilo era realmente uma reportagem. Acabou que foi sim e eu me orgulho muito do trabalhão danado que tive, mas que resultou em algo muito bacana que vou postar por aqui em breve, claro. Teve conversa com a Bella Crestan, a autora de Sob o Olhar Grego (resenha aqui), com a Rebecca Romero de Marketing & Amor (resenha aqui) e muitas outras pessoinhas que me ajudaram a escrever sobre as dificuldades do mercado editorial no Brasil.