Um triângulo amoroso de tensão e mistérios (Por trás de seus olhos, Sarah Pinborough)

Depois que li um post no Facebook sobre o final desse livro, não tive outra alternativa a não ser adicioná-lo na minha lista de leitura pra o mais rápido possível. Quem me conhece sabe que sou a louca dos thrillers e quanto mais ele me chocar, mais eu penso nele e mais eu me apaixono. Por trás d…

Com amor, Lara Jean (Agora e para sempre, Lara Jean #3, Jenny Han)

   Eis que chego ao grand finale da trilogia Para Todos os Garotos que Já Amei, que ainda anda tendo aquela hype toda do filme na Netflix. Uma hype que, concordemos, merece já que o primeiro livro é realmente tão fofo quanto falam por aí, mas eu já não consigo falar o mesmo do segundo e terceiro livro da Lara Jean.

Blogueiras, digital influencers ou empreendedoras? (Estúpida, eu?, Camila Coutinho)

   Acho que você já chegou a ouvir falar de Camila Coutinho. Eu nunca cheguei a acompanhar o blog dela, o Garotas Estúpidas, mas como pernambucana, já ouvi muito o nome dela, por ela ser do Recife e ter participado de inúmeros eventos sendo, sinceramente, a estrela do país Recife. Soube do lançamento do livro dela e nem me animei muito, achava que seria mais um livro autobiográfico contando como ela chegou onde está. E é, mas não é.

Entre cartas, amores, crushs e ilusões (P.S.: Ainda amo você #2, Jenny Han)

     Continuando meu amor pela Lara Jean, comecei o segundo livro da trilogia Para Todos os Garotos que Já Amei assim que acabei o primeiro livro. Um romance fofo e viciante desses, é quase impossível não ler o próximo em seguida. 

Para os amores antigos - e novos? (Para Todos os Garotos que Já Amei #1, Jenny Han)

O que falar desse livro já tão falado por esse mundo literário? Para Todos Os Garotos que Já Amei é o livro um da trilogia da Jenny Han. Antes mesmo da Netflix anunciar o filme, todo mundo já fazia o maior rebuliço sobre esses livros por serem bem fofinhos e não sei que. Não vou mentir que só pa…

RESENHA: A Sutil Arte de Ligar o F*da-se - Mark Manson

A Sutil Arte de Ligar o F*da-se
Mark Manson
Editora: Intrínseca
Ano: 2017
Páginas: 224
Classificação etária*: +16 anos
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Sinopse: Chega de tentar buscar um sucesso que só existe na sua cabeça. Chega de se torturar para pensar positivo enquanto sua vida vai ladeira abaixo. Chega de se sentir inferior por não ver o lado bom de estar no fundo do poço. Coaching, autoajuda, desenvolvimento pessoal, mentalização positiva - sem querer desprezar o valor de nada disso, a grande verdade é que às vezes nos sentimos quase sufocados diante da pressão infinita por parecermos otimistas o tempo todo. É um pecado social se deixar abater quando as coisas não vão bem. Ninguém pode fracassar simplesmente, sem aprender nada com isso. Não dá mais. É insuportável. E é aí que entra a revolucionária e sutil arte de ligar o foda-se.
 

   Quando vi o lançamento desse livro, já fiquei animada porque olha que título e capa mais chamativos! Gosto bastante de livros assim, que não sejam auto-ajuda, mas também que sejam daqueles que mostram que a gente deve sim levantar a bunda da cadeira e fazer as coisas se quer chegar em algum lugar. Se você, como eu, também achou que esse livro é assim... Errou!

   Este livro não vai ensiná-lo a subir na vida ou alcançar seus objetivos, e sim a errar e perder sem se destruir por isso. Vai ensiná-lo a fazer um inventário de sua vida, identificar os itens mais importantes e então eliminar todo o resto. Vai ensiná-lo a fechar os olhos e confiar que é possível escorregar e não sofrer nada grave. Vai ensiná-lo a direcionar sua atenção para evitar desperdiçá-la. Vai ensiná-lo a nem tentar.
   Como disse, esse livro foi diferente do que pensava e me fez pensar bastante no que dar importância ou simplesmente ligar o foda-se, já que nos preocupamos com coisas demais que, às vezes, não acrescentam em nada na nossa vida além de nos trazer preocupação, ansiedade, transtornos e até depressão. Como não posso falar muito do livro, deixo alguns (vários) quotes que achei interessantes. 

Sutileza no1: Ligar o foda-se não significa ser invulnerável, mas se sentir confortável com a vulnerabilidade.

A ideia de ligar o foda-se é um jeito simples de reorientar nossas expectativas e descobrir o que é ou não importante na vida. 

RESENHA: Todo dia a mesma noite - Daniela Arbex

Todo dia a mesma noite: a história não contada da boate kiss
Daniela Arbex
Editora: Intrínseca
Ano: 2018
Páginas: 236
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Sinopse: Daniela Arbex reafirma seu lugar como uma das jornalistas mais relevantes do país, veterana em reportagens de fôlego - premiada por duas vezes com o prêmio Jabuti - ao reconstituir de maneira sensível e inédita os eventos da madrugada de 27 de janeiro de 2013, quando a cidade de Santa Maria perdeu de uma só vez 242 vidas. Foram necessárias centenas de horas dos depoimentos de sobreviventes, familiares das vítimas, equipes de resgate e profissionais da área da saúde - ouvidos pela primeira vez neste livro -, para sentir e entender a verdadeira dimensão de uma tragédia sobre a qual já se pensava saber quase tudo. A autora construiu um memorial contra o esquecimento dessa noite tenebrosa, que nos transporta até o momento em que as pessoas se amontoaram nos banheiros da Kiss em busca de ar, ao ginásio onde pais foram buscar seus filhos mortos, aos hospitais onde se tentava desesperadamente salvar as vidas que se esvaíam. Foi também em busca dos que continuam vivos, dos dias seguintes, das consequências de descuidos banalizados por empresários, políticos e cidadãos.
 

     Está sendo extremamente difícil sentar e escrever sobre esse livro que me deixou de luto. Venho adiando o dia de escrever esta resenha ao máximo, mas chega uma hora que a gente tem que enfrentar e falar tudo, mesmo que o tudo que eu sinto não possa ser colocado em palavras. Esse livro era um dos meus desejados desde o lançamento, não só por eu ser apaixonada pelo jornalismo e estudá-lo na faculdade, mas também por ter sido muito afetada anos atrás, aos 12 anos de idade, por uma tragédia enorme que aconteceu naquele 27 de Janeiro de 2013. Ler esse livro foi como estar inserida de alguma forma em Santa Maria.

"Em menos de dez minutos, Homero descobriu que ele e a esposa haviam perdido tudo o que possuía valor na vida que construíram juntos. Não tinham a menor ideia de como continuar sem as filhas."

     Em 2013, todos os jornais falavam da tragédia que aconteceu lá em Santa Maria, no Sul do país. A boate Kiss pegou fogo com centenas de universitários, que tentavam se divertir após suas cansativas rotinas. Daniela Arbex entrevistou profissionais envolvidos naquele dia, familiares, vítimas e moradores de Santa Maria e reconstituiu os acontecimentos daquela noite de forma emocionante, mostrando que as sequelas desse dia ainda serão sentidas para sempre. 

"Era preciso continuar atendendo, mesmo após saber que o filho estava entre as vítimas. Naquele momento, os feridos precisavam dele por inteiro. Mais do que nunca, o médico teria que desempenhar seu papel."

RESENHA: Simon vs. a agenda Homo Sapiens - Becky Albertalli

Simon vs. a agenda Homo Sapiens
Becky Albertalli
Editora: Intrínseca
Ano: 2016
Páginas: 272
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Sinopse: Simon tem dezesseis anos e é gay, mas ninguém sabe. Sair ou não do armário é um drama que ele prefere deixar para depois. Tudo muda quando Martin, o bobão da escola, descobre uma troca de e-mails entre Simon e um garoto misterioso que se identifica como Blue e que a cada dia faz o coração de Simon bater mais forte. Martin começa a chantageá-lo, e, se Simon não ceder, seu segredo cairá na boca de todos. Pior: sua relação com Blue poderá chegar ao fim, antes mesmo de começar. Agora, o adolescente avesso a mudanças precisará encontrar uma forma de sair de sua zona de conforto e dar uma chance à felicidade ao lado do menino mais confuso e encantador que ele já conheceu. Uma história que trata com naturalidade e bom humor de questões delicadas, explorando a difícil tarefa que é amadurecer e as mudanças e os dilemas pelos quais todos nós, adolescentes ou não, precisamos enfrentar para nos encontrarmos.
 

   Confesso que a motivação inicial de ler esse livro foi o lançamento da adaptação Com Amor, Simon (que está em pré estreia em alguns cinemas brasileiros), mas devo me defender dizendo que já me interessava pelo livro e por conhecer a escrita da Becky Albertalli há muito tempo por causa de inúmeras críticas positivas. Simon vs. a agenda Homo Sapiens foi um dos livros mais maravilhosos que já li até hoje e talvez ele esteja sendo já o meu queridinho de 2018. Não esperava tanto do livro, mas ele me conquistou demais e eu espero passar um pouco desse meu amor pela obra aqui pra vocês por meio dessa resenha.

"Um hétero que mal me conhece está me aconselhando a sair do armário. Sou praticamente obrigado a revirar os olhos."

   Nesse livro conhecemos Simon, um garoto de dezesseis anos que é gay. Ninguém sabe da sua sexualidade, mas não por ele ter vergonha ou medo de sair do armário e sim porque acha extremamente injusto gays terem que ter a fase de revelação para o mundo e os héteros não e nem liga pra revelação de fato. Ele realmente não liga muito para o que as pessoas podem pensar dele, pois é simplesmente quem ele é. Em um post do Tumblr de fofocas da escola, Simon conhece Blue, um menino anônimo que estava se revelando gay e foi aí que nosso querido Simon resolveu dar seu apoio. Simon e Blue viram amigos virtuais no anonimato. O grande problema surge quando Martin, um pseudo nerd, lê os e-mails dos dois e chantageia Simon para não divulgar todo o romance dos dois. Assim Simon vai aprender a lidar com os sentimentos dele por Blue e passar por todo esse drama. 

"Blue não é o verdadeiro nome dele. Ele é uma pessoa. Pode ser até alguém que eu conheço. Mas não sei quem. E não sei se quero saber."

RESENHA: Isla e o Final Feliz - Stephanie Perkins

Isla e o Final Feliz
Stephanie Perkins
Editora: Intrínseca
Ano: 2015
Páginas: 304
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Sinopse: Tímida e romântica, Isla tem uma queda pelo introspectivo Josh desde o primeiro ano na SOAP, uma escola americana em Paris. Mas sua timidez nunca permitiu que ela trocasse mais do que uma ou duas palavras com ele, quando muito. Depois de um encontro inesperado em Nova York durante as férias envolvendo sisos retirados e uma quantidade considerável de analgésicos, os dois se aproximam, e o sonho de Isla finalmente se torna realidade. Prestes a se formarem no ensino médio, agora eles terão que enfrentar muitos desafios se quiserem continuar juntos, incluindo dramas familiares, dúvidas quanto ao futuro e a possibilidade cada vez maior de seguirem caminhos diferentes. Com participações de Anna, Étienne, Lola e Cricket, personagens mais do que queridos pelo público apresentados em livros anteriores da autora, Isla e o final feliz é uma história de amor delicada, apaixonante e sedutora, um desfecho que vai fazer os fãs de Stephanie Perkins suspirarem ainda mais.



        Acho que sempre quis ler esse livro, já que ele faz parte da coleção de livros da Stephanie Perkins, que é bem díficil de ser explicada, mas são três livros interligados: Anna e o Beijo Francês, Lola e o Garoto da Casa ao Lado e Isla e o Final Feliz, formando a série Anna, Lola e Isla. Li os outros dois livros e gostei bastante, mas desse terceiro eu tinha expectativas altíssimas, já que amo a França e o livro se passa lá. 

"Josh está bem atrás de mim e, quando viro a cabeça para responder, ele sorri (está flertando comigo, sem dúvida) e agora não sei mais qual é meu nome, em que país moro, e muito menos em qual lugar do universo estou neste exato momento."

     Isla é uma adolescente que nasceu privilegiada, filha de uma parisiense e um americano, e acaba indo fazer o Ensino Médio em uma escola de Paris, o que melhoraria suas chances de conseguir entrar para uma faculdade de prestígio. O negócio é que ela se apaixonou platonicamente por Josh, no 2º ano do Ensino Médio e não olha pra ele sem sentir borboletas no estômago. Um ano depois, numa situação desconfortável, Josh e Isla conversam e passam a ser amigos quando as aulas retornam. E é assim que Isla finalmente consegue se aproximar de Josh, porém percebe que isso não é o bastante.



RESENHA: Como Eu Era Antes de Você - Jojo Moyes

Como Eu Era Antes de Você
Jojo Moyes
Editora: Intrínseca
Ano: 2013
Páginas: 320
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Sinopse: Aos 26 anos, Louisa Clark não tem muitas ambições. Ela mora com os pais, a irmã mãe solteira, o sobrinho pequeno e um avô que precisa de cuidados constantes desde que sofreu um derrame. Sua vidinha ainda inclui o trabalho como garçonete num café de sua pequena cidade - um emprego que não paga muito, mas ajuda com as despesas - e o namoro com Patrick, um triatleta que não parece muito interessado nela. Não que ela se importe. Quando o café fecha as portas, Lou é obrigada a procurar outro emprego. Sem muitas qualificações, consegue trabalho como cuidadora de um tetraplégico. Will Traynor tem 35 anos, é inteligente, rico e mal-humorado. Preso a uma cadeira de rodas depois de ter sido atropelado por uma moto, o antes ativo e esportivo Will agora desconta toda a sua amargura em quem estiver por perto. Sua vida parece sem sentido e dolorosa demais para ser levada adiante. Obstinado, ele planeja com cuidado uma forma de acabar com esse sofrimento. Só não esperava que Lou aparecesse e se empenhasse tanto para convencê-lo do contrário.


      É quase anormal a gente dizer que não leu um livro famoso ou que não gostou de um livro famoso, né? Bem, passei por essas duas fases com Como Eu Era Antes de Você. Seguinte, eu conhecia o livro, mas não tinha coragem de ler e aí o filme foi lançado. O que eu fiz? Isso mesmo, assisti, me apaixonei e chorei horrores porque não conhecia a história de Lou e Will. Imediatamente coloquei o livro na minha meta de leitura e quando finalmente tentei ler ano passado não consegui e o abandonei. Achei a narrativa arrastada e não me julguem por isso, mas nessa segunda tentativa (com sucesso) de ler, achei a mesma coisa, mas fui até o fim.

"Ser atirada para dentro de uma vida totalmente diferente - ou, pelo menos, jogada com tanta força na vida de outra pessoa a ponto de parecer bater com a cara na janela dela - obriga a repensar sua ideia a respeito de quem você é. Ou sobre como os outros o veem."

    Nesse livro, conhecemos Louisa Clark, uma jovem que não tem ambições de vida, trabalha como garçonete por anos para ajudar a sustentar a família e namora um corredor imbecil há 7 anos. A vida dela muda quando o bar onde trabalha fecha e ela precisa de um novo emprego. Conseguiu um de ser cuidadora de um recém vítima de acidente, que ficou tetraplégico. Will Traynor enlouquece Lou por ser extremamente amargo, mas ao mesmo tempo acende nela uma vontade de viver. 


RESENHA: Tartarugas Até Lá Embaixo - John Green

Tartarugas Até Lá Embaixo
John Green
Editora: Intrínseca
Ano: 2017
Páginas: 256
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Sinopse:
A história acompanha a jornada de Aza Holmes, uma menina de 16 anos que sai em busca de um bilionário misteriosamente desaparecido – quem encontrá-lo receberá uma polpuda recompensa em dinheiro – enquanto lida com o transtorno obsessivo-compulsivo (TOC). Repleto de referências da vida do autor – entre elas, a tão marcada paixão pela cultura pop e o TOC, transtorno mental que o afeta desde a infância –, Tartarugas até lá embaixo tem tudo o que fez de John Green um dos mais queridos autores contemporâneos. Um livro incrível, recheado de frases sublinháveis, que fala de amizades duradouras e reencontros inesperados, fan-fics de Star Wars e – por que não? – peculiares répteis neozelandeses.


  Confesso que estive ansiosa para ler o novo livro do John Green desde o lançamento, mas mais porque a maioria das obras do autor não me agradaram. Depois de A Culpa É Das Estrelas, nada do John me fez gostar dele. A escrita é ótima, claro, mas não foram livros que chamaram minha atenção de alguma forma. E aí chega Tartarugas Até Lá Embaixo, que pelo que li até agora é um divisor de águas, tem gente que gosta e gente que abomina. Bem, eu comecei achando extremamente chato. A protagonista parecia forçada e eu abandonei a leitura por um tempo, mas tudo isso foi explicado: minha ressaca literária estava rolando naquele momento e não houve um livro que me tirasse dessa ressaca até quarta-feira, com as Listas de Casamento de Becky Bloom.

“Eu estou no refeitório e começo a pensar que tem um monte de organismos morando dentro de mim e comendo a minha comida por mim, e que eu meio que sou esses organismos, de certa forma... Então eu sou um ser humano tanto quanto sou esse aglomerado nojento de bactérias, e na verdade não tem nada que possa me deixar totalmente limpa, sabe?”

RESENHA: Caixa de Pássaros - Josh Malerman

Caixa de Pássaros
Josh Malerman
Editora: Intrínseca
Ano: 2015
Páginas: 272
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Sinopse: Caixa de pássaros é um thriller psicológico tenso e aterrorizante, que explora a essência do medo. Uma história que vai deixar o leitor completamente sem fôlego mesmo depois de termi…