O destino de Mare, Cal e da Guarda Escarlate (Resenha Tempestade de Guerra #4, Victoria Aveyard)

   Passei os últimos dias lendo esse livro bem fininho (só que não) que finaliza a série A Rainha Vermelha e segura aí que a gente tem muito o que falar desse livro!

"Sobreviver. Vencer." (Resenha A Prisão do Rei #3, Victoria Aveyard)

Depois de sair do limbo que Espada de Vidro me deixou por algum tempo, aquele final me deixou tão curiosa com o próximo livro que acabei devorando o terceiro volume mais rápido que pensei, consequência das férias também, óbvio!




A Prisão do Rei Victoria Aveyard Editora: Seguinte Ano: 2017 Págin…

Prateados + vermelhos = luta (Resenha Espada de Vidro #2, Victoria Aveyard)

   Depois do que pareceram ser décadas, finalmente consegui terminar Espada de Vidro e seguir com a série que tanto me apaixonou no primeiro livro A Rainha Vermelha. Acho que por mais que essa leitura tenha se estendido uma eternidade, estou ansiosíssima para os dois próximos livros que contarão mais sobre o turbilhão que a vida de Mare se tornou.

Amizades, luto e esperanças (Resenha Dias de Despedida, Jeff Zentner)

Definitivamente Dias de despedida foi o livro mais triste de 2018. Triste não só triste de chorar porque aprendi que pior que chorar é ficar tão triste que dói respirar. Foi justamente assim que aconteceu durante minha leitura desse livro e mesmo assim não me arrependo de ter lido.


Dias de desp…

Robôs, alienígenas ou loucura? (Uma coisa absolutamente fantástica, Hank Green)

Já imaginou um livro com fantasia, distopia e conteúdo bem Black Mirror? Assim que recebi esse livro, morri de curiosidade pra conhecer esse novo universo com a April May e olha: fiz altas teorias que, a propósito, eu super acredito que pode acontecer com a humanidade haha. Um dos melhores livr…

Zália, a princesa do povo! (O Reino de Zália, Luly Trigo)

   Nunca estive tão ansiosa para escrever a resenha de um livro. O Reino de Zália é lançamento de Outubro da Companhia das Letras, com o selo Seguinte, e fico muito maravilhada por ter tido a sorte de poder ler antes da pré-venda e vir contar pra você os motivos que vão te fazer amar esse livro tanto quanto eu. Tem romance, fantasia, realeza, política, luta e uma protagonista muito forte!

RESENHA: Aos Dezessete Anos - Ava Dellaira

Aos Dezessete Anos Ava Dellaira Editora: Seguinte Ano: 2018 Páginas: 448 Classificação indicativa*: +14 anos Adicione no Skoob - Compre aqui: SaraivaAmazonKindle Sinopse: Quando tinha dezessete anos, Marilyn viveu um amor intenso, mas acabou seguindo seu próprio caminho e criando uma filha sozinha.…

RESENHA: O Clube dos Oito - Daniel Handler

O Clube dos Oito
Daniel Handler
Editora: Seguinte
Ano: 2018
Páginas: 400
Classificação etária*: +16 anos || Adicione no Skoob - Compre aqui (Saraiva - Amazon - Ebook)
Sinopse: Como um grupo de jovens estudantes bem-educados acabou se envolvendo num escândalo que chocou um país? Por que tantos especialistas em comportamento juvenil têm algo a dizer quando o assunto é o Clube dos Oito? Até quando inúmeras manchetes de jornal e programas de TV sensacionalistas vão explorar o caso nos mínimos detalhes? Para fazer com que a verdade venha à tona, Flannery Culp, a dita líder do Clube, decide tornar público o diário que manteve ao longo do seu desastroso último ano de ensino médio. Agora que está presa por cometer um assassinato, a garota tem tempo de editar o que escreveu e revisitar a rotina que levava ao lado de seus sete melhores amigos. A narrativa de Flan, permeada de professores da pior índole, um amor não correspondido, aulas complicadas e jantares pomposos, comprova que ela pode até ser uma adolescente criminosa — mas, pelo menos, é uma adolescente criminosa muito inteligente.
*Exemplar cedido em parceria com a Companhia das Letras


      Confesso que fiquei ansiosíssima para ler esse livro assim que li a sinopse. Quem me acompanha por aqui sabe que estou numa vibe muito investigação criminal, assassinato, thrillers e dramas com mortes. Vai saber o que tá acontecendo né? E esse livro promete quase tudo isso e ainda por cima com adolescentes. Até agora, uma hora depois de ter finalizado a leitura, não sei dizer se foi uma leitura boa ou sem pé nem cabeça. 

"Talvez isso soe péssimo, mas gostaria de propor um brinde à esperança de sobreviver à escola. Minha irmã chorava o tempo todo de tanto estresse quando estava no último ano. Acho que esse tipo de coisa pode ser um teste às amizades, por isso quero propor um brinde a sermos cuidadosos e tentarmos chegar lá."

   Em O Clube dos Oito, conhecemos Flannery Culp, uma adolescente aparentemente normal (que comete um assassinato), que gosta de sair com os amigos e festejar. Ela e os amigos formam o tão famoso Clube dos Oito, com jantares especiais com muita bebida, drogas, sexo e curtição e, este está sendo julgado por assassinato. Esse livro é uma ficção, claro, mas Flannery narra da prisão, que todo o livro é seu diário escrito antes e até o momento do crime, adicionando revisões em acontecimentos do passado. 

   Não tem nenhum mistério em O Clube dos Oito. Antes mesmo de começar a ler, sabemos que Flannery Culp é uma assassina. O que nos faz querer ler? Saber quem ela matou, por que ela matou e se ela merece nossa piedade e compaixão. É assim que ela começa mostrando as primeiras páginas do diário dela, com observações escritas por ela na cadeia. Achei bem diferente esse estilo de narrativa e isso me prendeu demais. O problema aí foi o seguinte: as sequências da narração. A própria Flan fala que não se importa com o que faz sentido o ou não, pois é um diário. Isso é perceptível bem da metade pro fim, quando eu passei a ler uma página inteira sem entender quem é quem, quem disse o que, quem diabos estava narrando (mesmo sabendo que era o diário da Flannery) e por que tanto lenga lenga. 

RESENHA: O Menino do Pijama Listrado - John Boyne

O Menino do Pijama Listrado
John Boyne
Editora: Seguinte
Ano: 2007
Páginas: 190
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Sinopse: Bruno tem nove anos e não sabe nada sobre o Holocausto e a Solução Final contra os judeus. Também não faz idéia que seu país está em guerra com boa parte da Europa, e muito menos que sua família está envolvida no conflito. Na verdade, Bruno sabe apenas que foi obrigado a abandonar a espaçosa casa em que vivia em Berlim e a mudar-se para uma região desolada, onde ele não tem ninguém para brincar nem nada para fazer. Da janela do quarto, Bruno pode ver uma cerca, e para além dela centenas de pessoas de pijama, que sempre o deixam com frio na barriga. Em uma de suas andanças Bruno conhece Shmuel, um garoto do outro lado da cerca que curiosamente nasceu no mesmo dia que ele. Conforme a amizade dos dois se intensifica, Bruno vai aos poucos tentando elucidar o mistério que ronda as atividades de seu pai. O menino do pijama listrado é uma fábula sobre amizade em tempos de guerra, e sobre o que acontece quando a inocência é colocada diante de um monstro terrível e inimaginável.
 

       Não sei nem com que coragem vou escrever essa resenha. Acabei de terminar o livro e enquanto escrevo isso aqui não faço ideia do que posso dizer a seguir. Os sentimentos estão confusos e existe uma dor no meu peito real que eu juro que tentei não sentir, mas foi impossível. Como vocês que acompanham o blog devem ter percebido, estou lendo uns livros bem baseados em fatos reais, tragédias e crimes. O Menino do Pijama Listrado é o segundo livro com temática sobre Holocausto que leio na vida e mesmo depois de ter lido O Diário de Anne Frank, continuo sem conseguir me preparar psicologicamente para ler algo assim.

"Quando fechava os olhos, tudo ao seu redor parecia simplesmente vazio e frio, como se ele estivesse no lugar mais solitário do mundo."

      Bruno é um menino sábio, teimoso e apaixonado por explorar. Ele tem apenas 9 anos, mas ele não gosta que digam isso, pois se acha grande o suficiente. Ele e sua família são obrigados a se mudar da Alemanha para um lugar que ele sequer sabia que podia ser tão monótono e triste. Isso porque ele não fazia ideia do porquê que estava ali e nem o motivo pelo qual seu pai é tão importante por ali. Certo dia, olhando pela janela de seu quarto, avistou um campo de concentração e, claro, não soube o que é aquilo, mas foi explorar, conhecendo assim Shmuel, um judeu que vira seu melhor amigo. É assim que ele percebe que a vida fora e dentro da cerca pode ser bem diferente, como ele jamais imaginara,

     Minhas primeiras impressões sobre esse livro foram as melhores. Ele é narrado em terceira pessoa, mas de uma forma tão juvenil, fofa e gostosa de ler, que me senti sinceramente com 10 anos de idade lendo um paradidático da escola. A narrativa vai se construindo na inocência de Bruno e nas suas relações com a família e os amigos e o grande desastre que foi se mudar de Berlim, onde estavam todos que ele amava. 

"'Por que há tantas pessoas do seu lado da cerca?', perguntou ele. 'E o que vocês estão fazendo aí?'"

RESENHA: A Rainha Vermelha - Victoria Aveyard


A Rainha Vermelha
Victoria Aveyard
Editora: Seguinte
Ano: 2015
Adicione no Skoob - Compre aqui
Sinopse: O mundo de Mare Barrow é dividido pelo sangue: vermelho ou prateado. Mare e sua família são vermelhos: plebeus, humildes, destinados a servir uma elite prateada cujos poderes sobrenaturais os tornam quase deuses. Mare rouba o que pode para ajudar sua família a sobreviver e não tem esperanças de escapar do vilarejo miserável onde mora. Entretanto, numa reviravolta do destino, ela consegue um emprego no palácio real, onde, em frente ao rei e a toda a nobreza, descobre que tem um poder misterioso Mas como isso seria possível, se seu sangue é vermelho? Em meio às intrigas dos nobres prateados, as ações da garota vão desencadear uma dança violenta e fatal, que colocará príncipe contra príncipe - e Mare contra seu próprio coração.
 

 Demorei tanto pra ter esse livro, que o fato de eu ter dado cinco estrelas até agora me impressiona. Essa foi minha tentativa de ler uma distopia com pedacinhos de fantasia e, agora que já me familiarizei com o gênero, mal posso esperar para continuar a trilogia e ler mais livros parecidos com esse.


"Os agentes são prateados, e os prateados não têm nada a temer de nós, vermelhos."


   Mare Barrow tem sangue vermelho em uma sociedade onde a população é dividida pela cor do sangue. Os vermelhos são injustamente inferiores aos prateados, que têm poderes e são postos acima de todos. Em uma tentativa de fugir do recrutamento (a ida à guerra, quando você está desempregado), Mare acaba conseguindo ser criada no palácio real e lá descobre que é uma criatura especial nesse mundo dividido de vermelhos e prateados. Ela se alia a Guarda Escarlate, um grupo terrorista em defesa do mundo igualitário, e passa a ter que lidar com dois príncipes de índoles totalmente apostas, ficando não só em um triângulo amoroso, mas vendo toda a sua vida ficar em risco.

    Quase abandonei A Rainha Vermelha. O primeiro capítulo não me prendeu e eu sinceramente achei que os outros capítulos iriam ser assim meio chatos e sem graça. Agradeço por ter ido em frente e continuado, pois no segundo capítulo eu já queria respostas e imaginava o quanto esse livro me revelaria sobre os vermelhos e prateados. 


"Esta é a verdadeira distinção entre prateados e vermelhos: a cor do sangue. Esta única diferença os torna mais fortes, mais inteligentes e melhores que nós."


RESENHA: A Seleção de Kiera Cass

A Seleção  Kiera Cass Editora: Seguinte | Comprar na Amazon Páginas: 368Ano: 2012 Sinopse: Nem todas as garotas querem ser princesas. America Singer, por exemplo, tem uma vida perfeitamente razoável, e se pudesse mudar alguma coisa nela desejaria ter um pouquinho mais de dinheiro e poder revelar seu na…