RESENHA: O Visconde Que Me Amava (Bridgertons #2) - Julia Quinn


O Visconde Que Me Amava
Julia Quinn
Editora: Arqueiro
Ano: 2013
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Sinopse: A temporada de bailes e festas de 1814 acaba de começar em Londres. Como de costume, as mães ambiciosas já estão ávidas por encontrar um marido adequado para suas filhas. Ao que tudo indica, o solteiro mais cobiçado do ano será Anthony Bridgerton, um visconde charmoso, elegante e muito rico que, contrariando as probabilidades, resolve dar um basta na rotina de libertino e arranjar uma noiva. Logo ele decide que Edwina Sheffield, a debutante mais linda da estação, é a candidata ideal. Mas, para levá-la ao altar, primeiro terá que convencer Kate, a irmã mais velha da jovem, de que merece se casar com ela. Não será uma tarefa fácil, porque Kate não acredita que ex-libertinos possam se transformar em bons maridos e não deixará Edwina cair nas garras dele. Enquanto faz de tudo para afastá-lo da irmã, Kate descobre que o visconde devasso é também um homem honesto e gentil. Ao mesmo tempo, Anthony começa a sonhar com ela, apesar de achá-la a criatura mais intrometida e irritante que já pisou nos salões de Londres. Aos poucos, os dois percebem que essa centelha de desejo pode ser mais do que uma simples atração.


          Depois de um tempão desde a leitura do primeiro livro da série dos Bridgertons, decidi voltar de vez e não abandonar Julia Quinn até dar por terminado toda a série maravilhosa que a cada livro, me faz delirar. Que mulher maravilhosa essa Julia Quinn!! Confesso que tive mais emoções em O Visconde Que Me Amava do que em O Duque E Eu e pensei em abandonar o livro só de raiva, mas ainda bem que continuei, pois percebi que Julia quis aproximar o mocinho da não perfeição que todos os homens são descritos nos romances. E por isso mesmo amei e odiei Anthony Bridgerton ao mesmo tempo. 

"Você não vai ter nada com o visconde Bridgerton. Todos sabem que ele é o pior tipo de libertino. Na verdade, ele é o pior libertino de todos, ponto final. Em toda Londres. No país inteiro!"

RESENHA: Novembro, 9 - Colleen Hoover

Novembro, 9
Colleen Hoover
Editora: Galera Record
Ano: 2016
Páginas: 352
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Sinopse: Autora número 1 da lista do New York Times retorna com uma história de amor inesquecível entre um aspirante a escritor e sua musa improvável. Fallon conhece Ben, um aspirante a escritor, bem no dia da sua mudança de Los Angeles para Nova York. A química instantânea entre os dois faz com que passem o dia inteiro juntos – a vida atribulada de Fallon se torna uma grande inspiração para o romance que Ben pretende escrever. A mudança de Fallon é inevitável, mas eles prometem se encontrar todo ano, sempre no mesmo dia. Até que Fallon começa a suspeitar que o conto de fadas do qual faz parte pode ser uma fabricação de Ben em nome do enredo perfeito. Será que o relacionamento de Ben com Fallon, e o livro que nasce dele, pode ser considerado uma história de amor mesmo se terminar em corações partidos?
 



     Um dos livros que eu mais esperava ler da minha atual Meta de Leitura do Skoob era definitivamente Novembro, 9. Li inúmeras resenhas e não lembro de ter lido alguma que tenha sido negativa. Até o nome da Colleen Hoover já dá um certo reconhecimento á obra e, como eu já li O Lado Feio do Amor, sabia que podia confiar na escolha. Comprei Novembro, 9 com mais 2 livros em uma promoção recente da Saraiva que comprando 3 livros o desconto saía enorme, paguei 15,60 nesse e frete grátis. Veja aqui como comprar livros pagando menos.

"Não sou muito bom com discursos motivacionais de improviso - digo a ela. - Às vezes, à noite, reescrevo conversas que tive durante o dia, mas as altero para que reflitam o que eu queria ter dito no momento. Então, espero que você saiba que esta noite, quando eu colocar esta conversa no papel, vou dizer alguma coisa bonita e isso vai fazer você se sentir muito bem com a sua vida."

          Em Novembro, 9 a narração é feita pelos dois protagonistas, Fallon e Ben. Eles se conheceram em um restaurante no meio de um encontro constrangedor de Fallon com seu pai. Era 9 de Novembro e Ben interrompeu o momento deixando o dia marcado pelos todos os anos que viriam. Eles combinaram que não trocariam número de telefone e se bloqueariam nas redes sociais, mas que todo 9 de Novembro se encontrariam na mesma hora no mesmo restaurante e conversariam sobre os tratos que um fez para o outro completar no período de 365 dias. 

O que eu quero ler em... Setembro!

     Continuando a coluna de todo começo de mês, trago aqui mais alguns livros que, se tudo ocorrer como previsto, estarão sendo resenhados por aqui em Setembro. Dessa vez selecionei apenas três dos que eu espero ler, pois quero ser realista e pensar que pelo menos esses devo ter resenhado até o fim do mês. Se liga aí nas minhas escolhas!

Novembro 9


Autora número 1 da lista do New York Times retorna com uma história de amor inesquecível entre um aspirante a escritor e sua musa improvável. Fallon conhece Ben, um aspirante a escritor, bem no dia da sua mudança de Los Angeles para Nova York. A química instantânea entre os dois faz com que passem o dia inteiro juntos – a vida atribulada de Fallon se torna uma grande inspiração para o romance que Ben pretende escrever. A mudança de Fallon é inevitável, mas eles prometem se encontrar todo ano, sempre no mesmo dia. Até que Fallon começa a suspeitar que o conto de fadas do qual faz parte pode ser uma fabricação de Ben em nome do enredo perfeito. Será que o relacionamento de Ben com Fallon, e o livro que nasce dele, pode ser considerado uma história de amor mesmo se terminar em corações partidos?



        Já quero ler Novembro 9 há bastante tempo e será meu segundo livro da Colleen Hoover. Já estou no capítulo três e ansiosa por tantas críticas positivas sobre ele.

1984 

De facto, 1984 é uma metáfora sobre o poder e atuação dos regimes comunistas, Orwell o escreveu animado de um sentido de urgência, para avisar os seus contemporâneos e às gerações futuras do perigo que corriam, e lutou desesperadamente contra a morte - sofria de tuberculose - para poder acabá-lo. Ele foi um dos primeiros simpatizantes ocidentais da esquerda que percebeu para onde o estalinismo caminhava e é aí que ele vai buscar a inspiração: percebe-se facilmente que o Grande Irmão não é senão Stalin e que o arqui-inimigo Goldstein não é senão Trotsky. Explicando que seu objetivo básico com a obra era imaginar as consequências de um governo stalinista dominante na sociedade britânica, Orwell disse: "1984 foi baseado principalmente no comunismo, porque essa é a forma dominante de totalitarismo. Eu tentei principalmente imaginar o que o comunismo seria se estivesse firmemente enraizado nos países que falam Inglês, como seria se ele não fosse uma mera extensão do Ministério das Relações Exteriores da Rússia."

1984 é um clássico e um daqueles livros que eu geralmente passo longe por ser bem intelectuais sobre assuntos que não me interessam. Mas vou começar a dar uma chance a George Orwell (já admiro, pois gostei muito do que li em Revolução dos Bichos) com esse livro que faz parte do Rory Gilmore Books Project, o projeto em que devemos ler todos os livros citados pela Rory em Gilmore Girls. Quero muito vir contar pra vocês um pouco da minha experiência de ter lido um gênero fora da minha zona de conforto. 

RESENHA: Meu Deus, Mas Que Cidade Linda - Rodolfo Melo


Meu Deus, mas que cidade linda
Rodolfo Melo
Editora: Editora 42
Ano: 2017
Página: 144
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Sinopse: Meu Deus, mas que cidade linda é um livro que poderia ser descrito como uma coletânea de contos policiais, ou criminais, ou sobre a violência. Mas, é mas um livro sobre as desigualdades sociais, sobre a ignorância humana, sobre preconceitos. E de forma crítica, muito crítica, até ácida, a cidade é linda. Dependendo dos olhos que a veem. Nascido em Brasília, Rodolfo se tornou escritor assim, como quase todo mundo: escrevendo. Seu segundo livro impresso traz um recorte pontual sobre a realidade brasiliense. A violência, o racismo, os medos. Brasília é linda, viva e urbana. E como toda cidade, guarda em seus becos, suas ruas, suas pessoas, histórias. Aqui você a verá desnuda. Um livro de crônicas ácidas, duras, violentas e verdadeiras, marcadas pela escrita aguda de Rodolfo Melo.
* E-book cedido em parceria com o autor. 
 

     Primeiramente gostaria de dizer que aconteceu algo muito sinistro quando comecei a ler Meu Deus, Mas Que Cidade Linda, segunda-feira passada. Não, não passei uma semana lendo. Na verdade, fui dar uma espiada no começo do livro enquanto esperava a van sair do lugar às 5:10 da manhã. O negócio é o seguinte (devo dizer o contexto, pois faz parte das minhas estrelas para MDMQCL), recentemente saí de minha cidadezinha pacata no interior e me mudei para uma beeem maior e quase uma capital. De fato, é a Capital do Forró, - aquelas coisas que a gente aprende quando se muda para uma cidade grande que nem esperava 7 meses atrás. Mas pra quem ainda não sabe, passei em Comunicação Social na UFPE e como quero ser jornalista, com 17 anos de idade joguei minhas roupas na mala e me mudei. Com Meu Deus, Mas Que Cidade Linda, refleti sobre minha mudança para Caruaru, mas também sobre ter deixado minha tão amada, e quase não violenta, Limoeiro, mesmo a cidade central dos contos seja Brasília. Creio que toda cidade tem um pouco de Brasília, no lado do livro.

     Em Meu Deus, Mas Que Cidade Linda, vários contos ambientados na cidade de Brasília mostram dilemas como violência, preconceito e crimes envolvendo paixão, infância, ciúmes, saudades... Não consigo fazer uma descrição mais detalhada que isso sem dar spoiler, e cada conto é curtinho e com finais em comum. Acabei de terminar o livro e vim correndo escrever a resenha antes que eu esquecesse de tudo que eu tenho para falar.

RESENHA: Olhos Vendados - Faye Kellerman

Olhos Vendados
Faye Kellerman
Editora: HarperCollins
Ano: 2016
Páginas: 368
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Sinopse: Como detetive de homicídios de Los Angeles, Peter Decker não vive uma vida normal. Depois de anos na polícia, já viu todo tipo de coisa e nada mais parecia surpreendê-lo. Decker, inclusive, aprendeu que seu trabalho é uma ameaça para aqueles que mais ama, entre elas sua esposa, Rina Lazarus. Mas o melhor investigador da Califórnia é desafiado novamente quando um brutal assassinato múltiplo envolvendo o bilionário Guy Kaffey o enreda em intrigas e mistérios que colocam sua família em perigo mais uma vez.
 

         Devido ao meu amor aparente por investigações criminais, encontrei Olhos Vendados em um estande do Shopping Difusora e eu sinceramente o levaria só pela capa maravilhosa, mas o assunto já era parte de meu interesse, então só comprei e encarei o livro por meses na minha estante, esperando o momento certo de ler. Bem, o tal momento chegou e, infelizmente, foi contrário ao que coloquei nesse livro na minha mente. Ele é sim de investigações criminais, mas ao contrário do que aconteceu quando li Harlan Coben, a narrativa não me prendeu ao crime e nem me fez querer descobrir quem matou quem.

"Decker desligou e pensou em tudo de que precisava: um caderno de anotações, canetas, luvas, sacos para evidências, máscaras faciais, lupas, detectores de metal, hidratante e Advil, e este não para uso forense, mas porque ele estava com uma dor de cabeça forte, por ter sido despertado de um sono profundo."