Sex, drugs and Daisy Jones (Resenha Daisy Jones & The Six, Taylor Jenkins Reid)

Dos livros que já li faz tempo e a resenha ficou atrasada, Daisy Jones & The Six é provavelmente o que eu mais queria escrever justamente por ter me divertido por bastante tempo. Além de ser um livro com pegada musical, tem uma escrita muito envolvente de uma forma inusitada, que me prend…

Como uma coisa tão errada pode parecer tão certa? (Resenha Proibido, Tabitha Suzuna)

Acho que esse é o livro mais falado em níveis de polêmica no mundo literário. Há muito tempo que me indicam como o livro mais controverso em opiniões e eu só fui entender mesmo o que isso queria dizer quando vivi essa indecisão na pele durante a leitura. Até agora não sei o que acho sobre o tema!



P…

As lutas e conquistas por trás dos muros das universidades brasileiras (Resenha Boa noite, Pam Gonçalves)

Indecisões, escolhas, anseios e medos. A transição para a vida adulta não é e nunca foi fácil. O grande “X” da questão, após o Ensino Médio, é ser aprovado ou não em uma universidade concorrida. Esse é o dilema de grande parte dos jovens no Brasil. Infelizmente, as indecisões, escolhas, anseios…

O grande peso do perdão (Resenha As mil partes do meu coração, Colleen Hoover)

   Acho que o mundo inteiro já sabe que minha grande paixão literária é a Colleen Hoover. Tenho uma meta interna de ler o resto dos livros dela que faltam esse ano e virar fã de carteirinha porque essa mulher escreve obras primas! As mil partes do meu coração é seu último lançamento no Brasil e eu, obviamente, amei.

Amizades, luto e esperanças (Resenha Dias de Despedida, Jeff Zentner)

Definitivamente Dias de despedida foi o livro mais triste de 2018. Triste não só triste de chorar porque aprendi que pior que chorar é ficar tão triste que dói respirar. Foi justamente assim que aconteceu durante minha leitura desse livro e mesmo assim não me arrependo de ter lido.


Dias de desp…

Um mundo de realezas e prostituição no século XIX (A Duquesa, Danielle Steel)

Seguindo o que falei neste post, quero começar a escrever sobre os livros que li sem ter o compromisso de chamar de resenha. Nada mecânico. Nada específico sobre o livro, além do que me fez ler e sobre o que li, que acho que seria importante saber que está no livro e que pode te interessar. O q…

RESENHA: A Hora da Estrela - Clarice Lispector

A Hora da Estrela  Clarice Lispector Editora: Rocco Ano: 1977 (edição de 2008) Páginas: 88 Classificação indicativa: Livre Adicione no Skoob - Compre aqui: SaraivaAmazonKindleEstante Virtual Sinopse: A história da nordestina Macabéa é contada passo a passo por seu autor, o escritor Rodrigo S.M. (um alter-…

RESENHA: É assim que acaba - Colleen Hoover

É assim que acaba Colleen Hoover Editora: Galera Record Ano: 2018 Páginas: 368 Classificação etária*: +18 anos Adicione no Skoob - Compre aqui (Saraiva Amazon Kindle) Sinopse: Lily nem sempre teve uma vida fácil, mas isso nunca a impediu de trabalhar arduamente para conquistar a vida tão sonhada. …

RESENHA: O Clube dos Oito - Daniel Handler

O Clube dos Oito
Daniel Handler
Editora: Seguinte
Ano: 2018
Páginas: 400
Classificação etária*: +16 anos || Adicione no Skoob - Compre aqui (Saraiva - Amazon - Ebook)
Sinopse: Como um grupo de jovens estudantes bem-educados acabou se envolvendo num escândalo que chocou um país? Por que tantos especialistas em comportamento juvenil têm algo a dizer quando o assunto é o Clube dos Oito? Até quando inúmeras manchetes de jornal e programas de TV sensacionalistas vão explorar o caso nos mínimos detalhes? Para fazer com que a verdade venha à tona, Flannery Culp, a dita líder do Clube, decide tornar público o diário que manteve ao longo do seu desastroso último ano de ensino médio. Agora que está presa por cometer um assassinato, a garota tem tempo de editar o que escreveu e revisitar a rotina que levava ao lado de seus sete melhores amigos. A narrativa de Flan, permeada de professores da pior índole, um amor não correspondido, aulas complicadas e jantares pomposos, comprova que ela pode até ser uma adolescente criminosa — mas, pelo menos, é uma adolescente criminosa muito inteligente.
*Exemplar cedido em parceria com a Companhia das Letras


      Confesso que fiquei ansiosíssima para ler esse livro assim que li a sinopse. Quem me acompanha por aqui sabe que estou numa vibe muito investigação criminal, assassinato, thrillers e dramas com mortes. Vai saber o que tá acontecendo né? E esse livro promete quase tudo isso e ainda por cima com adolescentes. Até agora, uma hora depois de ter finalizado a leitura, não sei dizer se foi uma leitura boa ou sem pé nem cabeça. 

"Talvez isso soe péssimo, mas gostaria de propor um brinde à esperança de sobreviver à escola. Minha irmã chorava o tempo todo de tanto estresse quando estava no último ano. Acho que esse tipo de coisa pode ser um teste às amizades, por isso quero propor um brinde a sermos cuidadosos e tentarmos chegar lá."

   Em O Clube dos Oito, conhecemos Flannery Culp, uma adolescente aparentemente normal (que comete um assassinato), que gosta de sair com os amigos e festejar. Ela e os amigos formam o tão famoso Clube dos Oito, com jantares especiais com muita bebida, drogas, sexo e curtição e, este está sendo julgado por assassinato. Esse livro é uma ficção, claro, mas Flannery narra da prisão, que todo o livro é seu diário escrito antes e até o momento do crime, adicionando revisões em acontecimentos do passado. 

   Não tem nenhum mistério em O Clube dos Oito. Antes mesmo de começar a ler, sabemos que Flannery Culp é uma assassina. O que nos faz querer ler? Saber quem ela matou, por que ela matou e se ela merece nossa piedade e compaixão. É assim que ela começa mostrando as primeiras páginas do diário dela, com observações escritas por ela na cadeia. Achei bem diferente esse estilo de narrativa e isso me prendeu demais. O problema aí foi o seguinte: as sequências da narração. A própria Flan fala que não se importa com o que faz sentido o ou não, pois é um diário. Isso é perceptível bem da metade pro fim, quando eu passei a ler uma página inteira sem entender quem é quem, quem disse o que, quem diabos estava narrando (mesmo sabendo que era o diário da Flannery) e por que tanto lenga lenga. 

RESENHA: Estamos Bem - Nina LaCour

Estamos Bem
Nina LaCour
Editora: Plataforma21
Ano: 2017
Páginas: 224
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Sinopse: Marin deixou tudo para trás. A casa de seu avô, o sol da Califórnia, o corpo de Mabel e o último verão agora são fantasmas que ela não quer revisitar. O retrato de uma história em que já não se reconhece mais. Ninguém nunca soube o motivo de sua partida. Nada se sabe sobre a verdade devastadora que destruiu sua vida. Agora, ela vive em um alojamento vazio e está sozinha no inverno de Nova York. Marin está à espera da visita de sua melhor amiga e do inevitável confronto com o passado. As palavras que nunca foram ditas finalmente se farão presentes para tirá-la das profundezas de sua solidão.


      Lembro que a primeira vez que ouvi falar desse livro foi nos stories da Bruna Vieira, do Depois dos Quinze. Ela estava mostrando os livros de capas mais bonitos de uma livraria de São Francisco, na Califórnia, e eu automaticamente achei a capa desse maravilhosa. Assim que vi que foi lançado no Brasil, já sabia que leria pela perfeição da capa, mas a sinopse meio misteriosa me deixou bem curiosa também e foi assim que comecei minha leitura.

"Todos (os cobertores) estão dizendo: deite. Ninguém vai saber se você passar o dia inteiro na cama. Ninguém vai saber se ficar com o mesmo moletom o mês todo, se fizer todas as refeições vendo TV e limpar a boca na camiseta. Vá em frente, escute a mesma música sem parar, até o som perder o sentido. Você pode passar o inverno dormindo."

     O livro conta a história de Marin, que fugiu de casa depois de uma tragédia, deixando tudo para trás, inclusive sua melhor amiga (e amante) Mabel. Ela tem fantasmas do passado a atormentando todos os dias enquanto passa as férias de fim de ano sozinha no alojamento da faculdade e é uma visita de Mabel que faz com que Marin tenha ânimo de receber a amiga e ainda por cima de lidar com respostas para perguntas que nem ela mesma sabia que existiam. 

    Estamos Bem é bem misterioso em si. Não sabia bem o que estava acontecendo com Marin no começo, mas amei a escrita meio poética da autora, que me deixou fascinada pelo conjunto de palavras que eram pesadíssimas, mas tão verdadeiras. Vemos uma protagonista que fugiu de casa e não sabemos os motivos, mas vemos claramente os sintomas de depressão, ansiedade e síndrome do pânico. E é com a chegada da tal melhor amiga que tudo muda. 

RESENHA: O Menino do Pijama Listrado - John Boyne

O Menino do Pijama Listrado
John Boyne
Editora: Seguinte
Ano: 2007
Páginas: 190
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Sinopse: Bruno tem nove anos e não sabe nada sobre o Holocausto e a Solução Final contra os judeus. Também não faz idéia que seu país está em guerra com boa parte da Europa, e muito menos que sua família está envolvida no conflito. Na verdade, Bruno sabe apenas que foi obrigado a abandonar a espaçosa casa em que vivia em Berlim e a mudar-se para uma região desolada, onde ele não tem ninguém para brincar nem nada para fazer. Da janela do quarto, Bruno pode ver uma cerca, e para além dela centenas de pessoas de pijama, que sempre o deixam com frio na barriga. Em uma de suas andanças Bruno conhece Shmuel, um garoto do outro lado da cerca que curiosamente nasceu no mesmo dia que ele. Conforme a amizade dos dois se intensifica, Bruno vai aos poucos tentando elucidar o mistério que ronda as atividades de seu pai. O menino do pijama listrado é uma fábula sobre amizade em tempos de guerra, e sobre o que acontece quando a inocência é colocada diante de um monstro terrível e inimaginável.
 

       Não sei nem com que coragem vou escrever essa resenha. Acabei de terminar o livro e enquanto escrevo isso aqui não faço ideia do que posso dizer a seguir. Os sentimentos estão confusos e existe uma dor no meu peito real que eu juro que tentei não sentir, mas foi impossível. Como vocês que acompanham o blog devem ter percebido, estou lendo uns livros bem baseados em fatos reais, tragédias e crimes. O Menino do Pijama Listrado é o segundo livro com temática sobre Holocausto que leio na vida e mesmo depois de ter lido O Diário de Anne Frank, continuo sem conseguir me preparar psicologicamente para ler algo assim.

"Quando fechava os olhos, tudo ao seu redor parecia simplesmente vazio e frio, como se ele estivesse no lugar mais solitário do mundo."

      Bruno é um menino sábio, teimoso e apaixonado por explorar. Ele tem apenas 9 anos, mas ele não gosta que digam isso, pois se acha grande o suficiente. Ele e sua família são obrigados a se mudar da Alemanha para um lugar que ele sequer sabia que podia ser tão monótono e triste. Isso porque ele não fazia ideia do porquê que estava ali e nem o motivo pelo qual seu pai é tão importante por ali. Certo dia, olhando pela janela de seu quarto, avistou um campo de concentração e, claro, não soube o que é aquilo, mas foi explorar, conhecendo assim Shmuel, um judeu que vira seu melhor amigo. É assim que ele percebe que a vida fora e dentro da cerca pode ser bem diferente, como ele jamais imaginara,

     Minhas primeiras impressões sobre esse livro foram as melhores. Ele é narrado em terceira pessoa, mas de uma forma tão juvenil, fofa e gostosa de ler, que me senti sinceramente com 10 anos de idade lendo um paradidático da escola. A narrativa vai se construindo na inocência de Bruno e nas suas relações com a família e os amigos e o grande desastre que foi se mudar de Berlim, onde estavam todos que ele amava. 

"'Por que há tantas pessoas do seu lado da cerca?', perguntou ele. 'E o que vocês estão fazendo aí?'"

RESENHA: A Escolha - Nicholas Sparks

A Escolha
Nicholas Sparks
Editora: Arqueiro
Ano: 2007 (edição de 2016)
Páginas: 196
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Sinopse: A escolha levanta uma das questões mais difíceis da vida: até onde você iria em nome de um amor verdadeiro? Para Travis Parker, felicidade é estar com a irmã e os amigos, viajar, andar de moto e praticar esportes radicais. Ele nunca teve um relacionamento amoroso sério, mas não sente falta disso. Para ele, sua vida já está completa. Pelo menos até conhecer Gabby Holland, a bela médica que acaba de se mudar para a casa ao lado em busca de felicidade e independência. Mas conquistá-la não será tão simples. A jovem tem namorado e fica muito confusa com os sentimentos que o vizinho lhe desperta. E, depois de um fim de semana em especial, ela terá que tomar uma decisão. Mostrando que sentimentos imprevisíveis levam a caminhos surpreendentes, Nicholas Sparks mais uma vez constrói personagens sensíveis e cenas emocionantes que trazem tanto sorrisos como lágrimas num espaço de poucas páginas.
 

         Já conhecia esse livro do Nicholas Sparks por causa do filme, que foi lançado recentemente. Mas Raíssa do @booksmorephoto me emprestou o livro dizendo que é o favorito dela. Bem, comecei com poucas expectativas e a cada capítulo elas diminuíam ainda mais. 

        Nesse livro, conhecemos Travis Parker e Gabby Holland, dois vizinhos que se conhecem por acaso quando a cadela engravida possivelmente do cão do vizinho. Eles acabam se aproximando por ela ser médica e ele veterinário, mas o que parece impedir Gabby de sentir algo é seu namoro de anos. Assim, Gabby terá que fazer uma escolha: ficar com Travis e experimentar novas sensações e aventuras ou continuar com sua vida monótona com seu namorado

"Aos 32 anos, ele sabia que a vida às vezes era um jogo, Já tinha sobrevivido a alguns obstáculos e quedas, mas não era só isso. A vida era imprevisível."