RESENHA: A Caderneta Vermelha - Antoine Laurain

A Caderneta Vermelha
Antoine Laurain
Editora: Alfaguara
Ano: 2016
Páginas: 135
Adicione no Skoob - Compre aquiSinopse: Caminhando pelas ruas de Paris em uma manhã tranquila, o livreiro Laurent Letellier encontra uma bolsa feminina abandonada. Não há nada em seu interior que indique a quem ela pertence — nenhum documento, endereço, celular ou informações de contato. A bolsa contém, no entanto, uma série de outros objetos. Entre eles, uma curiosa caderneta vermelha repleta de anotações, ideias e pensamentos que revelam a Laurent uma pessoa que ele certamente adoraria conhecer. Decidido a encontrar a dona da bolsa, mas tendo à sua disposição pouquíssimas pistas que possam ajudá-lo, Laurent se vê diante de um dilema: como encontrar uma mulher, cujo nome ele desconhece, em uma cidade de milhões de habitantes?

    Esse livro estava a bastante tempo na minha lista de leitura e parado no meu Kindle. Só consegui finalmente resgatá-lo pra ler quando o adicionei na minha lista de leitura de 2017 no Skoob e dividi quais livros dessa lista eu leria em cada mês. Chegou a vez de A Caderneta Vermelha e eu me impressionei bastante com o estilo de escrita do autor francês Antoine Laurain.

"Uma e cinquenta e oito da manhã: era inconcebível bater à porta de algum vizinho. Nem mesmo a daquele cara gentil, cujo nome ela não tinha gravado, que se mudara recentemente para o segundo andar e trabalhava com histórias em quadrinhos. O hotel lhe surgiu como a única solução."

TAG: Aniversário Literário + meus 18 anos

     Sinto que deveria postar algo especial nesse dia 12 de Agosto. No momento que escrevo esse post ainda é 11 de Agosto. Exatas 23:55. Faltam 5 minutos para o dia que eu sempre amei. Estou ouvindo The A Team na versão da Birdy. Sempre foi meu dia. Aquele dia em que eu podia dizer "é meu aniversário". Não sei o porquê de a cada ano eu me sentir menos animada a cada aniversário. Não, não penso em estar envelhecendo, mas por que consideramos aniversários tão chatos com o passar dos anos? Eu sempre prezei pelo dia 12 perfeito. Eu não ia para a escola se ele caísse em dia de semana. E se caísse no fim de semana, fica combinado de que uma viagem será feita. Nunca me senti diferente após cada dia 12, mas digo com toda a certeza do mundo que por mais de 7 anos eu esperei pelos 18 anos. Não por poder beber, "mandar em mim mesma", dirigir ou ser presa. Mas para eu finalmente sentir que eu posso fazer o que sonho e não vou ser tão nova quando disser às outras pessoas o que pretendo fazer. Falta 1 minuto. Sei que vou ouvir muitos "já pode ser presa". Mas na verdade quero ouvir um "já pode considerar-se apta para dar o passo pro seus sonhos". Eu sempre quis fazer 18 para poder ser independente, mas isso não tem idade. Hoje é meu aniversário. Não é só mais uma data ou um número maior quando perguntarem minha idade.

Extraordinário - R. J. Palacio

Extraordinário
R. J Palacio
Editora: Intrínseca
Ano: 2013
Páginas: 320
Adicione no Skoob - Compre aqui --Sinopse: O livro conta a história de Auggie, um menino que nasceu com uma síndrome genética cuja sequela é uma severa deformidade facial. Em um manifesto em favor da gentileza, ele enfrenta uma missão nada fácil quando começa a frequentar a escola pela primeira vez: convencer os colegas de que, apesar da aparência incomum, ele é um menino igual a todos os outros.




"Toda pessoa deveria ser aplaudida de pé pelo menos uma vez na vida, porque todos nós vencemos o mundo." Auggie


      Extraordinário sempre foi aquele livro que parecia que todas as pessoas do mundo tinham lido, menos eu. Lembro que eu via o pessoal lendo durante a aula e, na verdade, ele não chamava minha atenção. Juro que não sei o porquê disso, mas sempre que me perguntavam se já li esse livro, eu dizia que não e que nem sentia vontade de ler. Finalmente chegou o momento e agarrei a oportunidade. Todo mundo já tinha me dito que é pesado, forte e emocionante. Não achei isso tudo não e me sinto estranha por isso. 

"Na semana que vem vou começar o quinto ano. Como nunca estudei em um colégio de verdade, meio que estou total e completamente apavorado. As pessoas acham que não fui à escola por causa da minha aparência, mas não é isso. É por causa de todas as vezes que fui operado. Vinte e sete desde que nasci."

RESENHA: A Garota do Calendário (Maio) - Audrey Carlan

A Garota do Calendário  (Maio)
Audrey Carlan
Editora: Verus
Ano: 2016
Páginas: 144
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Sinopse: O quinto volume do fenômeno editorial nos Estados Unidos, com mais de 3 milhões de cópias vendidas Mia Saunders precisa de dinheiro. Muito dinheiro. Ela tem um ano para pagar o agiota que está ameaçando a vida de seu pai por causa de uma dívida de jogo. Um milhão de dólares, para ser mais exato. A missão de Mia é simples: trabalhar como acompanhante de luxo na empresa de sua tia e pagar mensalmente a dívida. Um mês em uma nova cidade com um homem rico, com quem ela não precisa transar se não quiser? Dinheiro fácil. Parte do plano é manter o seu coração selado e os olhos na recompensa. Ao menos era assim que deveria ser... Em maio, Mia vai trabalhar como modelo no Havaí, onde conhecerá Tai, um dos homens mais impressionantes que ela já viu. Com ele, Mia vai descobrir que o prazer não tem limites — e que ela deve aproveitar absolutamente tudo o que a vida tem a oferecer.

      Continuando minha saga com a leitura dos livros quase infinitos da série A Garota do Calendário, o mês de Maio foi mais um que não me alegrou muito. Ao contrário dos outros quatro, a contratação da Mia foi muito menos sem motivos do que das última vezes. 

ESTA RESENHA NÃO CONTÉM SPOILERS DOS LIVROS ANTERIORES

      Para quem ainda não conhece a história da série A Garota do Calendário, Mia Saunders está à procura de uma forma de pagar uma dívida absurda que seu pai tem com um agiota, já que o próprio está de coma por causa desta bendita dívida. Ela acaba trabalhando na empresa de acompanhantes da sua tia, onde todo mês seria mandada para um lugar diferente para trabalhar como acompanhante de homens que precisem fingir que têm um relacionamento sério para a mídia. Pareceu simples no início, mas Mia logo percebe que manter a classe e fugir do preconceito para com esse tipo de emprego é mais difícil do que ela imaginou.